Alvorecer
Sentir a dor que dilacera a alma
Dentre os muros deste coração
Não descansar ao fim da longa jornada
Sobreviver mesmo dizendo não
Dentre o instante de um alvorecer
Sinto a luz se expandir em mim
E vejo a luz desse meu sol descer
Sobre meu vale como um carmim
Que posso eu encontrar nesta estrada
Nesse escaldante sol a me queimar
Se em minha frente, triste e desolada
Esta apenas o tempo a me esperar
Mas decerto tenho minhas emoções
No fundo de minh'alma assim guardadas
E o sentimento de desilusões
Não se perpetuão nesta triste jornada
Tristes de nós quando não vemos a lua
A sua luz a nos resplandecer
Só essa força pode fazer-me tua
E assim alcançar o amanhecer
Iracy Araujo
As Crônicas da Terra do Lago
As Crônicas da Terra do Lago - O primeiro ministro - Um reino oprimido por um impiedoso invasor em uma terra distante. Magia e aventura por entre florestas e castelos na busca da jovem princesa Diana por seu reino perdido.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
O Castelo da Floresta
" Guerra e fogo se espalharam sobre os picos congelados das cordilheiras numa sangrenta batalha. Selene, a Dama da Floresta e jovem herdeira da magia ancestral de Alvendir, conseguiu resgatar a princesa Diana D’Reins, herdeira legítima do trono da Terra do Lago e única esperança de liberdade do reino. Mas Magnus, o impiedoso, não desistira de sua busca pela princesa até conseguir destruir, de uma vez por todas, a casa real dos D’Reins"
As Crônicas da Terra do Lago - O Castelo da Floresta
domingo, 26 de fevereiro de 2012
O Amor - Poemas da Lua
O Amor
Iracy Araujo
Um sonho persite na sombra
Palida luz deste amanhecer
A esperança que se compra
A eternidade entristecer
Mas dentre luzes em festa
Posso enfim te encontrar
E dentre a bela floresta
O teu amor acompanhar
Se posso ver em meu caminho
A imensidão de teu olhar
A placidez de nosso ninho
A bela sombra do luar
Posso por certo me achar
Na imensidão da floresta
E pode o vento chamar
Todo o infinito nesta fresta
Se ventos vão procurar
Teu belo rosto ao luar
Posso então descançar
E enfim, em paz te amar
Iracy Araujo
Um sonho persite na sombra
Palida luz deste amanhecer
A esperança que se compra
A eternidade entristecer
Mas dentre luzes em festa
Posso enfim te encontrar
E dentre a bela floresta
O teu amor acompanhar
Se posso ver em meu caminho
A imensidão de teu olhar
A placidez de nosso ninho
A bela sombra do luar
Posso por certo me achar
Na imensidão da floresta
E pode o vento chamar
Todo o infinito nesta fresta
Se ventos vão procurar
Teu belo rosto ao luar
Posso então descançar
E enfim, em paz te amar
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Poemas da Lua - A esperança
A esperança
Entre a sombra enluarada
Desta estrada arredia
Busco em vão a minha estrada
Não perder de todo a vida
Sonhos teimam em se esconder
Entre os dedos da quimera
E a leveza de poder
Se encontrar por entre a era
Se posso ao certo achar
Dentre a luz uma esperança
Nesse mundo a procurar
Todo o sonho e temperaça
A escuridão do mar
Pequeno facho de bonança
A alegria em fim brotar
Num sorriso de criança
Iracy Araujo
Entre a sombra enluarada
Desta estrada arredia
Busco em vão a minha estrada
Não perder de todo a vida
Sonhos teimam em se esconder
Entre os dedos da quimera
E a leveza de poder
Se encontrar por entre a era
Se posso ao certo achar
Dentre a luz uma esperança
Nesse mundo a procurar
Todo o sonho e temperaça
A escuridão do mar
Pequeno facho de bonança
A alegria em fim brotar
Num sorriso de criança
Iracy Araujo
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Poemas da Lua - Sonho e Devaneio
Sonho e Devaneio
A beleza que encanta o tempo
Triste destino que possa encontrar
O sonho que se posta ao vento
A luz que brilha nesse teu olhar
Se posso portanto perceber a lua
Suave e cálida a me acalmar
Desta angústia de sentir-me tua
E nunca entretanto poder te encontrar
Sonhos que passam nesta alvorada
Chuva e vento a me perturbar
Sozinha percorro a triste escalada
Desta montanha para um novo lar
Por certos os sonhos e as ilusões
Estão no deserto a me espreitar
E o sentimento das ponderações
Vibram e cantam nesse meu olhar
Se posso um dia te reencontrar
Na quietuda dessa nossa bruma
Os sonhos possam então se tornar
Numa verdade sob a luz da lua
Iracy Araujo
A beleza que encanta o tempo
Triste destino que possa encontrar
O sonho que se posta ao vento
A luz que brilha nesse teu olhar
Se posso portanto perceber a lua
Suave e cálida a me acalmar
Desta angústia de sentir-me tua
E nunca entretanto poder te encontrar
Sonhos que passam nesta alvorada
Chuva e vento a me perturbar
Sozinha percorro a triste escalada
Desta montanha para um novo lar
Por certos os sonhos e as ilusões
Estão no deserto a me espreitar
E o sentimento das ponderações
Vibram e cantam nesse meu olhar
Se posso um dia te reencontrar
Na quietuda dessa nossa bruma
Os sonhos possam então se tornar
Numa verdade sob a luz da lua
Iracy Araujo
terça-feira, 8 de novembro de 2011
As crônicas da Terra do Lago - O primeiro ministro
A vida seguia seu curso na cidadela de Esferal, capital do reino da Terra do Lago. O rei Darel estava feliz com o
nascimento da princesa Diana, sua única filha e herdeira, e o Primeiro Ministro
Quiron mantinha o reino em equilíbrio e prosperidade.
Entretanto as sombras do exercito inimigo do impiedoso Magnus avançavam sorrateiramente
sobre eles. Numa única batalha conseguiram destruir as defesas de Esferal e com o cruel assassinato do rei a Terra do Lago foi jogada
nas mãos do sanguinário invasor.
Porém, na calada da noite, Quiron consegue fugir do castelo
com sua filha Selene e a pequena Diana, salvando assim a princesa da morte
certa. Procurando abrigo nas cordilheiras, em busca da ajuda dos antigos magos
da floresta, Quiron tenta proteger a princesa, mas conseguirá o fiel ministro
manter a princesa a salvo da tirania de Magnus?
As crônicas da Terra do Lago
Vamos acompanhar essa aventura!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Poemas da lua - Sentimentos
Sentimentos
Não posso crer que te perdi
Na imensidão da luz da lua
Não posso crer que vou partir
E desistir da sua procura
Como se pode nessa vida
Viver assim em desalento
E como eu posso nessa ida
Sobreviver ao meu contento
Se a feliz doce lembrança
Do teu sorriso guardo ainda
A dar-me nova esperança
A esperar de novo a vinda
Se triste sigo o meu caminho
Não vejo o chão de turvas flores
A parecer-me enfim um ninho
A acalmar-me dessas dores
Difícil é ver o meu destino
A separar-se assim do teu
E ter-me a vista o desatino
Não ver a luz dos olhos teus
Não posso crer que te perdi
Na imensidão da luz da lua
Não posso crer que vou partir
E desistir da sua procura
Como se pode nessa vida
Viver assim em desalento
E como eu posso nessa ida
Sobreviver ao meu contento
Se a feliz doce lembrança
Do teu sorriso guardo ainda
A dar-me nova esperança
A esperar de novo a vinda
Se triste sigo o meu caminho
Não vejo o chão de turvas flores
A parecer-me enfim um ninho
A acalmar-me dessas dores
Difícil é ver o meu destino
A separar-se assim do teu
E ter-me a vista o desatino
Não ver a luz dos olhos teus
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