Poemas da Lua - A estrada azul
Iracy Araujo
Dentre as ondas de alto mar
A escuridão me alcança
A imensidão do olhar
A dor espanta a bonança
Se posso então me achar
Na escuridão desse véu
A plena luz encontrar
Dentre as brumas desse céu
Por certo o mundo se encanta
Num permeio de aventura
Na terra a flor que canta
A desabrochar na ternura
Mas a vida em alto mar
Segue sem rumo ou destino
E penso sempre em achar
A doce paz do teu ninho
As Crônicas da Terra do Lago
As Crônicas da Terra do Lago - O primeiro ministro - Um reino oprimido por um impiedoso invasor em uma terra distante. Magia e aventura por entre florestas e castelos na busca da jovem princesa Diana por seu reino perdido.
domingo, 9 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Poemas da Lua - Turbilhão
Turbilhão
As vezes a noite me alcança
Dentre um turbilhão de sentimentos
E por entre a espada e a lança
Posso reviver o momento
Dentre as estrelas do céu
Posso enfim me lembrar
E ao cair nesse fel
Busco não me encontrar
Por certo a noite ao léu
Faz a dor em mim aumentar
E a me esconder nesse véu
Posso o ardor controlar
Mas quem sabe a lua no céu
Possa me iluminar
E no meio de um grande escarcéu
Eu possa enfim te encontrar
Iracy Araujo
As vezes a noite me alcança
Dentre um turbilhão de sentimentos
E por entre a espada e a lança
Posso reviver o momento
Dentre as estrelas do céu
Posso enfim me lembrar
E ao cair nesse fel
Busco não me encontrar
Por certo a noite ao léu
Faz a dor em mim aumentar
E a me esconder nesse véu
Posso o ardor controlar
Mas quem sabe a lua no céu
Possa me iluminar
E no meio de um grande escarcéu
Eu possa enfim te encontrar
Iracy Araujo
terça-feira, 27 de setembro de 2011
As crônicas da Terra do Lago
Um reino mágico, em um mundo distante. A Terra do Lago está em paz e feliz com o nascimento da herdeira do trono, mas as sombras de um impiedoso inimigo avaçam sorrateiramente sobre o reino ameaçando a paz e a segurança de todos. Conseguirá o fiel ministro proteger a princesinha.
As crônicas da Terra do Lago - O primeiro ministro
Editora Novo Século
As crônicas da Terra do Lago - O primeiro ministro
Editora Novo Século
Poemas da Lua - A escuridão da floresta
A escuridão da floresta
A belo luar se espalha
Pela relva da floresta
A sentir a dor, a talha
Perdi-me de ti nesta fresta
Pudera a noite enfim
Dos seus dominios terminar
E a beleza do carmim
Do nobre sol se levantar
Mas a escuridão impera
Dentre as folhas desta mata
E a incerteza prolifera
Num murmurio da cascata
Se dentre a vida perco o rumo
A escuridão ao meu redor
Posso enfim sentir teu prumo
A me prender como um anzol
Iracy Araujo
A belo luar se espalha
Pela relva da floresta
A sentir a dor, a talha
Perdi-me de ti nesta fresta
Pudera a noite enfim
Dos seus dominios terminar
E a beleza do carmim
Do nobre sol se levantar
Mas a escuridão impera
Dentre as folhas desta mata
E a incerteza prolifera
Num murmurio da cascata
Se dentre a vida perco o rumo
A escuridão ao meu redor
Posso enfim sentir teu prumo
A me prender como um anzol
Iracy Araujo
domingo, 28 de agosto de 2011
Poemas da Lua - O tempo
O tempo
Iracy Araujo
Breve tempo que me aguarda
Nas estradas de acolá
E a noite enluarada
Não deixará de brilhar
Quem sabe o tempo é bondoso
E pode me deixar ficar
Um pouco de luz e consolo
Para meu corpo descansar
Mas decerto que esta estrada
Vem ao deserto cruzar
E a amargura da jornada
Faz minh'alma reclamar
Se longe são só sentimentos
Um rio de lamentações
O desfecho do tormento
À procura de ilusões
Se posso um dia encontrar
Toda a paz que eu procuro
E na plácida luz me deitar
E te achar em meu futuro
Iracy Araujo
Breve tempo que me aguarda
Nas estradas de acolá
E a noite enluarada
Não deixará de brilhar
Quem sabe o tempo é bondoso
E pode me deixar ficar
Um pouco de luz e consolo
Para meu corpo descansar
Mas decerto que esta estrada
Vem ao deserto cruzar
E a amargura da jornada
Faz minh'alma reclamar
Se longe são só sentimentos
Um rio de lamentações
O desfecho do tormento
À procura de ilusões
Se posso um dia encontrar
Toda a paz que eu procuro
E na plácida luz me deitar
E te achar em meu futuro
domingo, 7 de agosto de 2011
Poemas da Lua - Eternidade
Eternidade - Iracy Araujo
A brisa que o teu sonho embala
Doce silêncio neste catavento
A beleza penetra na sala
E espalha ao vento meu dicernimento
Doces lembranças vem a tona
Desesperanças teimam em aparecer
Os olhos claros que hoje me assombra
Vislumbram a luz de um alvorecer
Triste destino é não ter a lua
No alto céu a me proteger
O belo vento a perseguir na rua
Toda a poeira do amanhecer
Sei que no fundo tudo são impressões
Desde a lua até o sol nascer
A eternidade dessas emoções
Só pode enfim a dor se desfazer
A brisa que o teu sonho embala
Doce silêncio neste catavento
A beleza penetra na sala
E espalha ao vento meu dicernimento
Doces lembranças vem a tona
Desesperanças teimam em aparecer
Os olhos claros que hoje me assombra
Vislumbram a luz de um alvorecer
Triste destino é não ter a lua
No alto céu a me proteger
O belo vento a perseguir na rua
Toda a poeira do amanhecer
Sei que no fundo tudo são impressões
Desde a lua até o sol nascer
A eternidade dessas emoções
Só pode enfim a dor se desfazer
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